È... Eu de novo falando de amor, como se eu soubesse o que ele era.
Só sei que todos se jogam nele sem a menos procurar saber,
Falo assim como se a gente pudesse impedir não é?
Pelo menos deveria ter algum aviso, para se prepararmos.
Engraçado é que sofremos, e queremos sofrer tudo de novo...
Não sei se agradeço por não ter um amor ou se reclamos por não ter um!
Minha vida ta de um jeito que vivo afogando minhas lágrimas,
Meu sorriso forçado; na solidão. Tenho amigos? Claro que tenho,
Mas todos estão ocupados, engraçado é que evito nunca ficar ocupado para eles.
Por isso conto meus segredos, minha dúvidas, me desabafo, comigo mesmo, pelo menos
Sei que não terá mais ninguém que irá saber, mais também sei que nunca irei lembrar,
Dos meus segredos, nunca acharei a resposta de minhas dúvidas, e nunca direi nada
Para me confortar.
Paro pra pensar e minhas lágrimas me dão a resposta de tudo,
Elas falaram pra eu não pensar no futuro, falaram para eu levantar a cabeça,
falou também que eu era uma fortaleza, que apesar de tanto sofrimento, tanto problema,
tenho forças para escrever poema, tenho forças para conversar; ela me disse uma “tal coisa”
quando eu estava no pensativo no banho, disse que eu estava amando, tive uma crise de risos
quando ouvi-la dizer isso, logo ela replicou dizendo pra eu acreditar nela, pois ela tinha juízo.
Disse-me que tenho que lutar por esse amor, segundo ela...
...Ela disse que vou passar por muita dor,
Nesse caminho ao paraíso, ficarei frente a frente com o abismo.
Vou pular e me afogar nessa ilusão, vai ser quando ela irá segurará minha mão, ela me disse que vai me puxar, porém, quer que eu conheça o plural de amar, que não amar será uma burrice... Isso tudo foi minha lágrima quem disse.
(Lucas Barbosa)