Os cortes em meu coração ainda vive
Por mais que tape com fita isolante
As cicatrizes marcantes
Que me deixou triste
Abriga e pede socorro
_SOS. Não controlo mais meu corpo!
Meus pensamentos andam triste
Só escrevo bobagens no rascunho
Não penso mais em nada
Quando me encontro logo sumo
E a solidão me empurra
Para um buraco cheio de facas
E ao pensar que um dia
Imaginei uma grande alegria
E com você sumir
Me embriagar nos teus desejos
Ter o gosto do teu beijo
Ates de dormir
E sumir com tudo
Sofrimento, alegria,
Triste momento, momento de magia
Fui egoísta até pra sofrer
Comi calado, sem medo de perder
Tomei um rumo
E finalmente me esqueci de você
(Lucas Barbosa)
Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever. ⇨ Clarice Lispector
Pesquisar neste blog
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Acorda
Assim puro, um furo afiado
Tanto faz, só ou acompanhado
Estará sempre condenado
A viver um amor imperfeito
Um dia feliz,talvez
Sorriso seu, por vez
Um sorriso meu mostrado
Com um gosto de adeus
E aos prantos tu retornaste ao passado
Em um laço distraído
Ou em um dia perdido
E o ego mais amado
E o buraco já tapado
Que um dia pensara em ser perdido
Não olhe a saudade meu amor
É o mesmo a olhar pro passado
Perder o presente amassado
Que a vida te deste sem nenhum pudor
O Sol que pra tu, não mais aparece
Saia, viva, levanta a cabeça, siga
Que lagrima não mata sede
Da um soco na parede
Destrói a saudade
Que essa dor, vive
Ela tem sono leve
E no passo de uma lebre
Ela acorda triste
(Lucas Barbosa)
Tanto faz, só ou acompanhado
Estará sempre condenado
A viver um amor imperfeito
Um dia feliz,talvez
Sorriso seu, por vez
Um sorriso meu mostrado
Com um gosto de adeus
E aos prantos tu retornaste ao passado
Em um laço distraído
Ou em um dia perdido
E o ego mais amado
E o buraco já tapado
Que um dia pensara em ser perdido
Não olhe a saudade meu amor
É o mesmo a olhar pro passado
Perder o presente amassado
Que a vida te deste sem nenhum pudor
O Sol que pra tu, não mais aparece
Saia, viva, levanta a cabeça, siga
Que lagrima não mata sede
Da um soco na parede
Destrói a saudade
Que essa dor, vive
Ela tem sono leve
E no passo de uma lebre
Ela acorda triste
(Lucas Barbosa)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Viver
Tudo azul, imenso e claro
Claro que sempre escuro
Mas, vivo, puro
Escuto sua voz
Perdida o ar
A sós
Tento te encontrar
A um passo do paraíso
Me encaro com seu sorriso
Lindo por sinal
Afinal, um sinal de alegria
Flutua a poesia
Escapam palavras
Enigmas, charadas
Saltam borboletas
Toda cor no ar
Vermelhas, azuis
Violetas
Caminho cruzado
Destino a dias escolhido
Futuro, presente, sem passado
Quero estar ao seu lado
Serei eterno agradecido
Até no feriado
Inverno, verão também
Outono, primavera,
Pergunte com quem?
O Amor que nos segure
Que suporte amor possível
Jamais incabível
Que sempre me ature
Será que não mereço?
Fazer do fim
Do amor o começo?
(Lucas Barbosa)
Claro que sempre escuro
Mas, vivo, puro
Escuto sua voz
Perdida o ar
A sós
Tento te encontrar
A um passo do paraíso
Me encaro com seu sorriso
Lindo por sinalAfinal, um sinal de alegria
Flutua a poesia
Escapam palavras
Enigmas, charadas
Saltam borboletas
Toda cor no ar
Vermelhas, azuis
Violetas
Caminho cruzado
Destino a dias escolhido
Futuro, presente, sem passado
Quero estar ao seu lado
Serei eterno agradecido
Até no feriado
Inverno, verão também
Outono, primavera,
Pergunte com quem?
O Amor que nos segure
Que suporte amor possível
Jamais incabível
Que sempre me ature
Será que não mereço?
Fazer do fim
Do amor o começo?
(Lucas Barbosa)
Assinar:
Postagens (Atom)