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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Passos Incertos

A saudade, companheira tua
Não nego. Também minha
Confesso que você tinha
Minha presença em sua rua

Exalaram-se nossos planos
Nas noites tuas me perdi
E nas tardes já me vi
Enrolado nos teus sonhos

Se vivi calmo por amor
Vivi eternamente grato
Nada fiz, que vestir um fardo
Que abriu um fulminante dor

Por fim já não existo
Por mais que vivo
Não deixo de viver
O que vivi contigo
Nas portas do prazer

(Lucas Barbosa)





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