Talvez eu não jogue fora nossas fotos, talvez não apague nossas conversas da memória, talvez não faço de nossos encontros, reencontros, um objeto descartável, talvez... Não, agora eu tenho certeza! Nunca vou esquecer o gosto do seu beijo, a delicadeza do olhar após me ver depois de semanas, sua mão meio tímida afagando meu corpo, seu olhar frio de ciúme, seu stress insuportável da TPM, das horas e mais horas ao telefone. Guardarei tudo num baú, sem chaves, trancas, nada que me impeça de reviver aquilo que foi eternamente infinito, nos nossos corações.
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