Pesquisar neste blog

domingo, 18 de setembro de 2011

A Gota!


Se espalha em gotículas a gota em cloreto de sódio,

Linda, transparente, brilhante, fulminante.
Um elogio em quatro atos.
Ela caiu, caindo dos olhos da moça, caiu pelos caules de uma folha.
A mulher não a queria no rosto,
Insistia em tira-la. Parecia que quanto mais ela tirava,
Mais ela a derramava, e nessa cachoeira ela teve um colapso…
Já arcodara chorando do mundo.
Neste lado da rua ela tirava a gota…
… Já no outro lado da rua, ele forçava em chorar, mas por gargalhadas.
Se esala todo o sofrimento contido nele.
Na beira de um mar ela vos encontrou, aquela ventania, fazia sua saia voar.
Na pupila de ambos encontra-se o amor, então…
… Caiu a gota na boca pelas lágrimas de uma mulher,
O vento soprava seu cabelo, e com medo ela dizia;
_ Te amo…

(Lucas Barbosa)

Nenhum comentário:

Postar um comentário