Pesquisar neste blog

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ultimo Julgamento

Ó triste partida
Que aos meros, no silencio da voz
me deixa cabes baixo,
de queixo caído.

Com o ego aos trancos
E o reflexo aos barrancos.


Amargurado feito café no pilão,
aos pés da forca do julgamento,
e ao fio da corta partida.
Senhor tempo, do relógio parado,


Aos pés da santa cruz
Na ultima batida do martelo
E as mãos...
Estremecida da vareta de ferro

No olhar de tédio como segunda-feira
Entre um mar cheio de areia.

Com os olhos esbugalhados de aflição,
Não sentindo os pés firmes no chão.

Sinto a primeira batida do martelo,
A primeira voz de aproxima
parece uma voz de menina,
Sim, estou certo
É uma voz de menina,
Que aos poucos se aproxima
Bem mais perto.

Sinto seu te amo bem baixinho
Com a voz ainda quente,
Seu olhar me distancia para um fim de uma fábula
De um feliz para sempre...

(Lucas Barbosa)

Nenhum comentário:

Postar um comentário